Blog

ROGÉRIO REZENDE

Notícias sobre empreendedorismo, Marketing Digital e Conteúdo, Inovação, tecnologia, desenvolvimento humano e notas sociais de Goiás

Coronavírus, a primeira praga dos novos tempos?

Atualizado: Out 5

Tenho a absoluta certeza que você parou para ler este texto por causa da palavra "coronavírus". Continue lendo, pois tem a ver com esse trágico episódio, dentro de uma ótica que você ainda não percebeu, que é, tão importante, quanto saber sobre a doença. Se fosse um outro título qualquer, certamente, você passaria batido.

Qualquer coisa na internet que chama atenção, pode reverberar, sendo verdade ou não. E a "culpa" é de quem? Da internet?! Não!! É sua!!! "Mas como assim a culpa é minha? Não tenho nada a ver com isso." Pois digo que tem sim, sabe por que?!

Antes, todos nós éramos apenas coadjuvantes no processo de criação da informação, apenas consumíamos notícias (conteúdos de um modo geral) e, hoje, nós também a produzimos pelas redes sociais ou somos "cúmplices" delas, ao compartilhá-las. Deixamos de ser meros expectadores para tornarmo-nos, também, co-autores do conjunto da obra.

E isso é bom?! A resposta é simples: sim e não (dentro da sua complexidade). No primeiro caso, a internet deu voz aos excluídos, principalmente, pelas redes sociais. Qualquer um pode se expor e ter seu espaço ao sol. Foi desmonopolizado o privilégio de propagar, informar, ser fonte de conteúdos. E é aí onde reside o perigo, pois o tratamento dado na produção dessa informação é desconsiderada. Nunca foi tão necessária a profissão do jornalista "formado", para legitimar a história contada e evitar a multiplicação da desinformação. De outro lado, eu disse que as pessoas, divulgando notícias, não é bom. Explico: não é bom, porque existem pessoas despreparadas, despreocupadas, desajustadas... que corroboram com as fake news em não checar a fonte dos conteúdos. Sem contar os malandros, picaretas, bandidos e espertinhos que utilizam-se desses meios para criar dezenas de formas de aplicar golpes aos incautos de plantão.

No início deste texto falei sobre o que lhe chamou a atenção para lê-lo, o tal do coronavírus. Diante de tudo que está acontecendo, é possível tirar algum proveito disso?!

Eu diria que sim, serve-nos para parar. Parar!!! E é o que está acontecendo. A recomendação é o isolamento, para que não haja o avanço de transmissão da doença. E neste momento, ao parar para o mundo lá fora, ficar em casa, olhar para o próprio umbigo e se perguntar: eu mereço viver?! A minha vida tem um propósito, um sentido?! Tudo que faço é justificável?! Se não pudermos viver nas ruas, conviver com outros e nos relacionar, pra quê esta vida?!

Sendo profético ou não, o que a humanidade irá aprender com isso tudo?!

Lembram-se das 10 pragas do Egito? Será o coronavírus - uma calamidade "desanunciada" -, porém, um aviso para que nossos líderes libertem os seus próprios irmãos das mazelas, malfazejos e corrupção a que são submetidos, inflingindo dor e sofrimento a eles, vez que também são co-responsáveis por seus representantes políticos e, não obstante, também devem ser "castigados"?!

Vejo que isso tudo tem a ver com os novos tempos. A limpeza terrena já começou para despertar aos homens o seu direito de permanecer aqui dentro do processo reencarnatório. Acredite ou não, sendo pelo amor ou pela dor, o caminho é a prática da caridade e do bem ao próximo.

O coronavírus revela o comportamento humano em sua essência, quão frágeis somos, vaidosos, egocêntricos, por várias vezes egoístas - um exemplo, a insistência da realização da manifestação do dia 15 de março pró-Bolsonaro, na praça Cívica, a qual condeno, e que levou a intercessão desesperada e legítima do governador Ronaldo Caiado, corpo a corpo, para contê-los.

Pare agora!!! Não só fisicamente, em sua casa. Pare de ser mauzinho e comece a ser bonzinho. Use as redes sociais para fomentar o bem. Não compartilhe nada sem antes checar a fonte, pois pode ser uma fake news. E, principalmente, acima de tudo, ao criar anticorpos contra o coronavírus, que estes, também sirvam para combater os comportamentos provenientes dos 7 pecados capitais, as fraquezas do ser humano. Quem não se endireitar agora, outra chance não mais terá.

66 visualizações